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QUEM SOMOS / QUIÉNES SOMOS
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SOBRE AS CURADORAS

Marcella Arruda é artista transdisciplinar de São Paulo, arquiteta e urbanista pela Escola da Cidade (2017), tem diploma em Interactive Media Design na The Royal Academy of Arts de Den Haag (NL). Através de instalações, intervenções arquitetônicas, performances e programas pedagógicos, Marcella explora as relações entre corpo e territorio por meio de construções simbolicas como materia de pertencimento e agenciamento. Trabalha na intersecção de arte, arquitetura, ecologia, politica e educação para abrir possibilidades de outros modos de habitar. Marcella participou de distintos movimentos de ocupação do espaço público, como MUDA_coletivo e Escola Sem Muros. É diretora de projetos do Instituto A Cidade Precisa de Você.

 

Marina Frúgoli é paulistana e curadora formada em arquitetura e urbanismo pela FAU USP, com formação complementar em paisagismo pela Amsterdam Academy of Architecture. Desde 2018 é curadora da Coleção BEI de bancos indígenas e assistente de coordenação de projetos do Intermuseus. Em 2019, realizou a exposição “desvios (in)contidos”, selecionada no II Edital OMA de Curadoria. Como assistente de curadoria, atuou no Instituto Moreira Salles nas exposições “São Paulo, três ensaios visuais” (2017) e “Conflitos: fotografia e violência política no Brasil 1989-1964” (2017), e no no Itaú Cultural com a “Ocupação Paulo Mendes da Rocha” (2018) e a exposição “Geraldo de Barros”, prevista para 2021.

Paula Monroy é pesquisadora chileno-equatoriana radicada em São Paulo desde 2015. Arquiteta pela Universidad Mayor (Chile, 2013), Mestre em Projeto, Espaço e Cultura pela FAU USP (Brasil, 2021) e possui estudos de especialização em Arte, Crítica e Curadoria pela PUC-SP (Brasil, 2017). Atua na intersecção entre arte, política e fenômenos urbanos mediante projetos que atravessam o campo da arquitetura, a representação e a educação. Dentre estes, destacam o programa Yap_Constructo em associação com o MoMA (Santiago, 2013-2014), a XIX Bienal de Arquitectura y Urbanismo de Chile (Valparaíso, 2015), a II Bienal de Artes da Ocupação Ouvidor 63 (São Paulo, 2018) e a XXI Bienal de Arquitectura y Urbanismo de Chile (Santiago, 2019) onde curou a mostra “São Paulo: Diálogos y límites” e editou os quatro volumes do catálogo. Paula foi professora assistente na Universidad Mayor (Chile), na Escola da Cidade (Brasil) e atualmente é professora titular na Faculdade de Arquitetura da Universidad de las Américas (Chile), além de ministrar cursos e seminários de forma autônoma.

SOBRE A COMISSÃO DE SELEÇÃO / SELECCIÓN

ALTeHA (Argentina): A Asociación Latinoamericana de Teoría del Habitar  (ALTeHa) pesquisa sobre o tema do habitar, entendendo que ele envolve e requer uma diversidade de campos interdisciplinares, abarcando não apenas aspetos materiais e tangíveis, mas também a incidência dos modos de habitar na preservação das nossas raízes culturais e na construção de um mundo simbólico que funcione como matriz de identidade e promova um Projeto de liberação social e individual.

 

Aparelhamento (Brasil) é uma rede de artistas e ativistas que surgiu em 2016, em reação ao golpe parlamentar que impactou e ainda impacta o Brasil hoje. As urgências que caracterizam a derrocada recente da democracia no País e o recuo das conquistas sociais e culturais em seu conjunto, são fatores de agregação do grupo em propostas de continuidade de ações, presentes e futuras.

 

Linda Schilling (Chile) (BArch UTFSM 11`, MSAUD GSAPP 18`) é arquiteta e designer urbana. Foi pesquisadora associada no Center for Resilient Cities and Landscapes da Universidade de Columbia. Recentemente expus a sua obra na 5ª Bienal de Design de Istambul. Ganhou o prémio GSAPP Incubator 2020 com a proposta Extractopia. Estabeleceu a AHORA com o Claudio Astudillo Barra, um escritório para trabalhar com a nova paisagem modelada pelas economias de extração. Atualmente é professora de ateliê na UNAB e acadêmica na UDLA, Chile.

SOBRE O MARIETA

O Marieta é um centro cultural comunitário colaborativo, fundado em 2015 com a proposta de ser um espaço de pesquisa, difusão e produção de arte e cultura. Um lugar onde não apenas consumir cultura, mas fazer cultura!

O projeto tem sede física na rua Dona Maria Paula 96 – centro de São Paulo, próximo às estações de metrô Liberdade, Sé e República – e sede virtual em suas salas de Zoom, no YouTube e nas outras redes sociais.

Com o objetivo de difundir conhecimento e estimular o debate público, o Marieta oferece à comunidade uma constante e variada programação cultural pública: grupos de trabalho, cineclubes, exposições, cursos, seminários, entrevistas, debates e residências culturais.

Em coerência com seus princípios de inclusão e participação, o Marieta tem operado  um processo de despersonalização de sua curadoria, criando sistemas participativos de programação das atividades: estamos sempre em busca de novas pessoas e ideias!

 

projetomarieta.com.br

@projetomarieta

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FICHA TÉCNICA

Comuns

concepção: Marina Frúgoli e Marcella Arruda

desenvolvimento: centro cultural Marieta

identidade visual: André Moraes

 

Laboratório 2021

curadoria:  Marina Frúgoli, Marcella Arruda e Paula Monroy

assistente de curadoria: Montserrat Quintanar 

produção executiva: Gabriela Loreti e Giovanni Pirelli

coordenação de comunicação: Helena Guerra

assistente de comunicação: Lorenza Gioppo

design: Pedro Britto

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SOBRE LAS CURADORAS

Marcella Arruda es artista transdisciplinar de São Paulo, arquitecta y urbanista por la Escola da Cidade (2017), con diploma en Interactive Media Design de The Royal Academy of Arts de Den Haag (NL). A través de instalaciones, intervenciones arquitectónicas, performances y programas pedagógicos, Marcella explora las relaciones entre cuerpo y territorio por medio de construcciones simbólicas como materia de pertenencia y agencia. Trabaja en la intersección del arte, arquitectura, ecología, política y educación para abrir posibilidades de otros modos de habitar. Marcella participó de distintos movimientos de ocupación del espacio público, como MUDA_coletivo y Escola Sem Muros. Es directora de proyectos del Instituto A Cidade Precisa de Você.

Marina Frúgoli es paulistana y curadora graduada en arquitectura y urbanismo por la FAU USP, con formación complementaria en paisajismo por la Amsterdam Academy of Architecture. Desde 2018 es curadora de la Colección BEI de bancos indígenas y asistente de coordinación de proyectos de Intermuseus. En 2019, realizó la exposición “desvios (in)contidos”, seleccionada en la II Convocatoria OMA de Curadoría. Como asistente de curadoría, actuó en el Instituto Moreira Salles en las exposiciones “São Paulo, três ensaios visuais” (2017) y “Conflitos: fotografia e violência política no Brasil 1989-1964” (2017), y en Itaú Cultural con  “Ocupação Paulo Mendes da Rocha” (2018) y la exposición “Geraldo de Barros”, prevista para 2021.

 

Paula Monroy es investigadora chileno-ecuatoriana radicada en São Paulo desde 2015. Arquitecta por la Universidad Mayor (Chile, 2013), Maestra en Proyecto, Espacio y Cultura por la FAU USP (Brasil, 2021) y cuenta con estudios de especialización en Arte, Crítica y Curaduría por la PUC-SP (Brasil, 2017). Actúa en la intersección entre arte, política y fenómenos urbanos mediante proyectos que atraviesan el campo de la arquitectura, la representación y la educación. Entre estos, destacan el programa Yap_Constructo en asociación com el MoMA (Santiago, 2013-2014), a XIX Bienal de Arquitectura y Urbanismo de Chile (Valparaíso, 2015), la II Bienal de Artes da Ocupação Ouvidor 63 (São Paulo, 2018) y la XXI Bienal de Arquitectura y Urbanismo de Chile (Santiago, 2019) donde curó la muestra “São Paulo: Diálogos y límites” y editó los cuatro volúmenes del catálogo. Paula fue profesora asistente en la Universidad Mayor (Chile), en la Escola da Cidade (Brasil) y actualmente es profesora titular en la Faculdad de Arquitectura de la Universidad de las Américas (Chile), además de dictar cursos y seminarios de forma autónoma.

SOBRE LA COMISIÓN DE SELECCIÓN

ALTeHa (Argentina): La Asociación Latinoamericana de Teoría del Habitar indaga la temática del habitar sabiendo que ella involucra y requiere de muy diversos campos interdisciplinarios, abarcando no sólo aspectos materiales y tangibles, sino también la incidencia de los modos de habitar en la preservación de nuestras raíces culturales y en la construcción de un mundo simbólico que funcione como matriz de identidad y promotor de un Proyecto de liberación social y personal.

 

Aparelhamento (Brasil) es una red de artistas y activistas que surgió en 2016, como una reacción al golpe parlamentar que impactó a Brasil entonces y hasta el día de hoy. Las urgencias que caracterizan el derrocamiento reciente de la democracia en el país y la retirada de los logros sociales y culturales en conjunto, son factores de adición para el grupo que se tornan propuestas de continuidad de acciones, presentes y futuras.

 

Linda Schilling (Chile) (BArch UTFSM 11`, MSAUD GSAPP 18`) es arquitecta y diseñadora urbana. Ha sido investigadora asociada en el Center for Resilient Cities and Landscapes de la Universidad de Columbia. Recientemente ha expuesto su obra en la 5ª Bienal de Diseño de Estambul. Ganadora del premio GSAPP Incubator 2020 con la propuesta Extractopia, inició AHORA junto a Claudio Astudillo Barra para trabajar con el nuevo paisaje modelado por las economías de extracción. Actualmente se desempeña como docente de taller en UNAB y como académica en UDLA, Chile.

 

 

SOBRE EL MARIETA

Marieta es un centro cultural comunitario y colaborativo, fundado en 2015 con la intención de ser un espacio de investigación, difusión y producción de arte y cultura. Un lugar donde no solo se pueda consumir cultura, sino ¡hacer cultura!

 

El proyecto tiene su sede física en la calle Dona Maria Paula 96 – centro de São Paulo, próximo a las estaciones de metro Liberdade, Sé y República – y su sede virtual en sus salas de Zoom, en YouTube y en las otras redes sociales.

Con el objetivo de difundir conocimiento y estimular el debate público, Marieta ofrece a la comunidad una constante y variada programación cultural pública: grupos de trabajo, cineclubes, exposiciones, cursos, seminarios, entrevistas, debates y residencias culturales.

En coherencia con sus principios de inclusión y participación, Marieta ha operado un proceso de despersonalización de su curaduría, creando sistemas participativos de programación de las actividades: ¡estamos siempre en búsqueda de nuevas personas e ideas!

Desde 2020, Marieta es la plataforma que alberga al proyecto Comuns. En ella se difunden los contenidos oficiales y tiene lugar el proprio evento. Sin duda una colaboración que ha sido muy significativa para el desarrollo de este Laboratorio. 

www.projetomarieta.com.br

@projetomarieta 

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FICHA TÉCNICA

Comuns

concepción: Marina Frúgoli y Marcella Arruda

desarrollo: centro cultural Marieta

identidad visual: André Moraes

Laboratorio 2021

curaduría:  Marina Frúgoli, Marcella Arruda y Paula Monroy

asistente de curaduría: Montserrat Quintanar 

producción ejecutiva: Gabriela Loreti y Giovanni Pirelli

coordinación de comunicación: Helena Guerra

asistente de comunicación: Lorenza Gioppo

diseño: Pedro Britto